26/12/2019 Diário da Amazônia LIVRE ATITUDE GLOBAL

País fecha 2019 com embarques na casa dos 72,5 mi de toneladas

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País fecha 2019 com embarques na casa dos 72,5 mi de toneladas

demanda para o complexo soja, da consultoria Safras & Mercado.

Após um 2019 de bom desempenho, um pouco acima do esperado, os embarques brasileiros de soja tendem a ser ainda melhores em 2020. Ao menos é o que indica o quadro de oferta e demanda para o complexo soja, da consultoria Safras & Mercado.

As exportações de soja do Brasil deverão totalizar 74 milhões de toneladas em 2020, subindo 2% sobre o volume de 2019, projetado em 72,5 milhões de toneladas.

No quadro de outubro, as estimativas eram de 72,5 milhões e 70 milhões respectivamente. “O fim da guerra comercial entre Estados Unidos e China deve impedir um maior crescimento das exportações brasileiras de soja em 2020. Apesar disso, o aumento das “retenciones” na Argentina deve fazer o Brasil ganhar uma parcela do país vizinho no mercado de exportação”, explica o analista, Luiz Fernando Gutierrez.

A consultoria indica esmagamento de 44,1 milhões de toneladas em 2020 e de 43 milhões de toneladas em 2019, representando um aumento de 3% entre uma temporada e outra.

Em relação à temporada 2020, a oferta total de soja deverá subir 6%, passando para 127,099 milhões de toneladas. A demanda total está projetada em 121,35 milhões de toneladas, com ganho de 2%. Desta forma, os estoques finais deverão subir 285%, passando de 1,494 milhão para 5,749 milhões de toneladas.

A perspectiva para a produção de farelo é de 33,56 milhões de toneladas, com aumento de 2%. As exportações deverão cair 1% para 15,8 milhões de toneladas, enquanto o consumo interno está projetado em 17 milhões, aumento de 4%. Os estoques deverão subir 43%, para 2,542 milhões de toneladas.

Por fim a produção de óleo de soja deverá ficar em 8,76 milhões de toneladas. O Brasil deverá exportar 500 mil toneladas, com queda de 44% sobre o ano anterior. O consumo interno deve subir de 7,75 milhões para 8,4 milhões de toneladas. A previsão é de recuo de 46% nos estoques para 130 mil toneladas.

Fonte> DÁRIO DA AMAZÔNIA.